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Soneto da Sombra Que Me Espia

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No escuro corredor da minha mente, Ecoa um passo estranho e insistente. Suspiros frios sopram, de repente, Trazendo um medo surdo e persistente. O vulto espreita atrás de cada esquina, Com olhos que atravessam minha pele. A alma se encolhe, frágil, pequenina, Enquanto a sombra cresce, não repele. Ninguém me vê, mas sei que está por perto, Com garras invisíveis me rodeia. Num cárcere sem tranca, vivo incerto. E mesmo no silêncio, a dor clareia: Sou presa de um olhar sempre desperto, Num mundo onde a razão já não passeia. Imagem feita por Inteligência Artificial

A Mansão do Silêncio

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Num morro ermo, ao luar sombrio, Ergue-se a casa em mortal calafrio. Os portões rangem, a brisa arrepia, Segredos se escondem na melancolia.   Os passos ecoam no chão de madeira, Sombras dançam na luz da lareira. Um relógio de pêndulo marca o temor, Cada badalada é um grito de dor.   No corredor, o espelho estilhaça, Reflete um vulto que logo se esfacça. Na penumbra, um sussurro se ouve ao redor, É convite? Ou ameaça de um antigo horror?   O vento murmura histórias de outrora, Mortes e pactos feitos sem demora. A escada range sob pés invisíveis, Presenças antigas, quase tangíveis.   Na sala final, o retrato vigia, Olhos opacos cheios de agonia. Quem ousa invadir este templo profano Será para sempre mais um desengano.   Assim a mansão repousa, altiva, Guardando segredos de forma cativa. Pois quem tenta desvendar seu mistério, Adentra, sem volta, seu reino funéreo. Imagem feita por Inteligência Artificia...

A Noite do Abismo

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 A Noite do Abismo Na névoa fria, ergue-se o velho altar, De pedra úmida, esculpida em agonia. Silêncio dança, sombras vêm sussurrar, Um cântico ancestral em melodia. Os ventos choram, árvores se curvam, E um eco funda a terra em um gemido. Olhos na escuridão lentamente turvam, Do medo que se ergue, mal compreendido. O tempo pára; o chão rasgado exala, Um cheiro antigo de mortal torpor. Do abismo surge aquilo que não fala, De pele fria e olhar que grita horror. No breu, um toque arrasta a alma ao nada, Pois o terror vive na emboscada. Imagem feita por Inteligência Artificial

O poema “The Crooked Man” (ou “O Homem Torto)

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       “The Crooked Man” é uma antiga canção de ninar tradicionalmente cantada em inglês. Aqui está o poema completo: “There was a crooked man, and he walked a crooked mile, He found a crooked sixpence against a crooked stile; He bought a crooked cat which caught a crooked mouse, And they all lived together in a little crooked house.”      Em tradução conta algo como: “Havia um homem torto, e ele caminhava uma milha torta, Ele encontrou uma moedinha torta perto de uma estaca torta; Ele comprou um gato torto que pegou um rato torto, E todos eles viveram juntos em uma casinha torta.”     Esta é uma das muitas variações desse poema, que é comumente cantado para crianças pequenas como uma forma de entretenimento e diversão.     O poema “The Crooked Man” não tem um autor específico identificado. Ele é uma canção de ninar tradicional que tem sido transmitida oralmente ao longo dos anos e não está atribuída a um autor individual. Essas can...